Gestão de negócio também é gestão de energia, veja como a tecnologia mudou isso

  • 20/07/2026
(Foto: Reprodução)
Lemon Energy Crédito: Divulgação Quem administra um negócio lida com dezenas de sistemas diferentes ao longo do dia: estoque, vendas, folha de pagamento, mas a energia elétrica segue de fora dessa gestão, tratada como custo fixo e inegociável. Essa lógica começa a mudar. Uma nova geração de modelos digitais permite que negócios e comércios acessem energia solar sem sair do lugar, sem obra e sem burocracia, ampliando o alcance de uma tecnologia que até pouco tempo atrás dependia de investimento alto e processo técnico demorado. O varejo brasileiro vive uma transformação tecnológica acelerada. Sistema de ponto de venda automatizado, controle de estoque em tempo real, folha de pagamento digital, atendimento por aplicativo: cada vez mais negócios incorporam essas ferramentas à operação do dia a dia. A conta de luz, no entanto, segue como uma das poucas frentes que ainda funciona como há décadas: chega o boleto, o empreendedor paga, e ponto final. Trocar de fornecedor dentro do modelo tradicional de energia solar não muda muito esse cenário, o processo segue exigindo visita técnica, projeto de engenharia, obra no telhado e um investimento inicial que a maioria dos pequenos e médios negócios não tem disponível. É esse hiato que a Lemon Energia, climatech brasileira certificada como Empresa B, se propõe a resolver com um modelo de geração distribuída compartilhada 100% digital, regulamentado pela ANEEL. O cadastro é feito pela internet, sem visita técnica, sem projeto de engenharia e sem qualquer obra no imóvel. A empresa conecta o cliente a uma usina solar parceira já em operação, e os créditos de energia limpa gerados por essa usina são descontados diretamente na fatura emitida pela distribuidora local. "A gente enxergou que a gestão de energia ficou pra trás enquanto o resto da operação do negócio vem se digitalizando cada vez mais," afirma Rafael Vignoli, CEO da Lemon Energia. "Criamos um modelo em que não existe visita técnica, não existe papelada, não existe prazo de obra. O empreendedor faz o cadastro pela internet e passa a acompanhar a economia direto pelo aplicativo, do mesmo jeito que já acompanha vendas ou estoque. E caso surja qualquer dúvida ou imprevisto na conta de luz, ele não fica sozinho: tem uma equipe de atendimento especializada da Lemon para resolver." Como funciona, na prática O processo começa com o cadastro no site ou no aplicativo da Lemon, onde o empreendedor informa os dados da fatura de energia. A partir daí, não existe intervenção física no imóvel, nada muda na fiação ou na estrutura do negócio. A energia continua chegando pela mesma rede elétrica de sempre. A diferença aparece nas faturas seguintes: o consumo de energia limpa gerada pela usina parceira da Lemon é descontado do valor final da conta de luz, e o negócio paga para a Lemon a energia consumida no mês, mas já com economia, e para a distribuidora apenas o residual de consumo convencional e as taxas do setor. Todo o acompanhamento, da adesão ao histórico de economia, fica disponível no aplicativo da climatech — e, se precisar de suporte humano, o cliente conta com atendimento especializado da Lemon, sem necessidade de burocracia. Quanto dá para economizar, na prática Um exemplo ajuda a dimensionar o impacto. Olhando para o comércio local como pequenos e médios bares, restaurantes e distribuidoras de bebida, a conta de luz desses negócios costuma girar entre R$ 2.000 e R$ 2.500 por mês. Sem o modelo da Lemon, esse valor tende a ficar de R$ 300 a R$ 400 mais alto todo mês. Ao longo de um ano, a diferença pode representar entre R$ 4.000 e R$ 5.000 a menos saindo do caixa do negócio. Um modelo que já é escala nacional Esse formato 100% digital é parte do motivo pelo qual a Lemon já soma mais de 40 mil negócios atendidos em todo o país, com mais de 120 usinas parceiras contratadas. Sem depender de equipe técnica presencial para cada adesão, o modelo consegue crescer no mesmo ritmo de qualquer produto digital, o que seria bem mais lento em uma lógica de instalação física, obra por obra, cliente por cliente. O que muda para o empreendedor Para redes com várias unidades espalhadas pelo país, ou para o pequeno comércio que não tem estrutura para lidar com burocracia ou obras, ter um processo de adesão à energia limpa tão simples quanto abrir um aplicativo muda a lógica de quem consegue, de fato, reduzir o custo da conta de luz. E saber que há uma equipe de atendimento por trás do aplicativo, pronta para ajudar quando algo foge do previsto, dá ao empreendedor a segurança de não estar lidando com mais um fornecedor anônimo. A gestão de negócio está cada vez mais também gestão de tecnologia, e a energia elétrica só ficou de fora dessa conversa até agora. Quer saber quanto sua loja ou rede pode economizar? Clique aqui e acesse o site da Lemon e simule gratuitamente, em poucos minutos, sem compromisso. Lemon Energia, a energia de quem é referência

FONTE: https://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/especial-publicitario/lemon-energy/noticia/2026/07/20/gestao-de-negocio-tambem-e-gestao-de-energia-veja-como-a-tecnologia-mudou-isso.ghtml


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